| 01/04/1535 | Na divisão do Brasil em capitanias hereditárias, Jorge Figueiredo Correia recebe da Coroa as terras que mais tarde seriam conhecidas como a capitania dos Ilhéus. |
| out./1535 | Francisco Romero, enviado de Figueiredo Correia como lugar-tenente, zarpa de Lisboa chegando a Salvador em dezembro. |
| jan./1536 | Francisco Romero escolhe Morro de São Paulo como sede da capitania, batiza a vila e começa as construções. Pouco tempo depois, decide transferir a vila e fundar a atual cidade de Ilhéus. |
| 1537 | Figueiredo Correia cria várias sesmarias. Uma delas abrangia aproximadamente a área entre as atuais cidades de Itacaré e Valença, e é doada a Mem de Sá, futuro Governador Geral. |
| 1561 | Os Jesuítas se estabelecem em Taperoá, em frente às ilhas, e em Cairu. |
| 1563. | Mem de Sá, já Governador Geral, doa aos jesuítas a chamada sesmaria das Doze Léguas que ele ganhou em 1537. |
| 1563 | Uma grande epidemia de varíola resulta em morte e dipersão dos Tupinambás na região, abrindo caminho para os Aimoré, que vinham do sul. |
| ~1560 - 1575 | Sebastião Ponte, que auxiliou a Mem de Sá nas guerras contra os índios no recóncavo, é dono de terras na ilha de Tinharé e de várias fazendas no continente. Uma na Ponta do Curral, e outra na primeira cachoeira do rio Una. Manda construir uma igreja de S. Gens, provalmente no local da atual igreja de N.S. do Amparo. Depois de se intitular o 'primeiro rei do Brasil', fica preso e morre na prisão de Limoeiro, em Lisboa. |
| 1570 | Abandono dos oito engenhos de Ilhéus, por causa dos ataques dos Aimoré. Grande parte da população, reduzida de 500 a 100 habitantes, se transfere para as ilhas de Tinharé. |
| 1571 | Fundação de Nossa Senhora do Santo Amparo, atual cidade de Valença. (fonte: IPAC) |
| 1597 | Os Aimoré atacam a região de Tinharé e causam o abandono completo do povoado de N. Sra. do Amparo. e a fuga dos inhabitanes pelas ilhas. |
| ~1610/12 | Em Morro de São Paulo, a família Saraiva-Goes manda construir a capela de Nossa Senhora da Luz no alto do Morro, onde hoje encontra-se o farol. |
| 1623 | Os jesuítas fundam a Residência de São Fancisco Xavier no Galeão, ponta oeste da ilha de Tinharé. |
| 1624 | Primeira visita de uma esquadra holandesa às águas de Tinharé, sob o comando de Jacob Willekens e Johan van Dortt, antes de tomar Salvador. |
| 1637 | Taperoá integra-se à freguesia de Cairu. |
| 1651 | Depois da pacificação dos índios Aimoré, começam as invasões dos Gueréns - também da família dos Gê. Seguem 30 anos de 'guerra aos Gueréns'. |
| 1669 | Apesar de constantes conflitos com os índios, os moradores das ilhas recomeçam estabelicimentos em terra firme. Construçao de uma casa forte em Mapendipe. (Algums kms ao norte da atual cidade de Valença.) |
| 1673 | O bandeirante paulista João Amaro, depois de haver combatido os Gueréns, volta com 800 cativos. Segunda fundaçao de uma 'povoaçao do Una', sob a direçao de capuchinos italianos. |
| ~1730 | Surgem novos conflitos com os Guerens na região. |
| ~1750 | Os índios da aldeia do Una são transferidos para a aldeia de S. Fidelis (6 km de Valença). Recebem uma légua de terra, diretor capelão e depois um vigário, sendo elevada à freguesia. O nucleo de povoaçao que se formou nas proximidades da capela de N.S. do Amparo começa a estender-se pelo lado de leste até as margems do rio Una. |
| 1752 | O cacau é introduzido em Ilhéus. |
| 1754 | Integração da Capitania dos Ilhéus à Capitania da Bahia. |
| 1756 | Depois de um terremoto em Lisboa, aumentam os impostos na Província por 30 anos. |
| 1799 | Por iniciativa de Baltazar da Silva Lisboa, Ouvidor da Comarca de Ilhéus, Santo Amparo é elevada à vila de Nova Valença do Santíssimo Coração de Jesus, desmembrando-se de Cairu. |
| 1832 | Valença é constituída em comarca. |
| 1840 | Inaugura-se uma estrada, conectando Valença com o interior. |
| 1844 | Construção da fábrica de tecidos em Valença, a terceira na Bahia, pelo engenheiro américo-brasiliense João Monteiro Carson. |
| 1849 | Valença é elevada à condiçao de cidade. |
| 1852 | A fábrica de tecidos de Valença torna-se a maior do Brasil. |
| 1853 | O engenheiro J. Monteiro Carson da fábrica de tecidos de Valença constrói o farol do Morro de São Paulo. |
| 1860 | Visita de D. Pedro II e inauguração da segunda fábrica de tecidos em Valença. Abertura de uma fábrica de vidros e serrarias conferindo o título de 'Industrial Cidade de Valença' à cidade. |
| 1883 | Divisão da administração das cidades de Ilhéus e Valença. |
| 1887 | As duas fábricas de Valença se unem, formando a 'Valença Industrial'. Urbanização da cidade, com a implantação do sistema de abastecimento de água e fornecimento de energia elétrica. |
| 1915 | São contados 51 canhões no forte do Morro. |
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